A 14ª Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul (RECAM) reúne representantes oficiais da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai nos dias 1º e 2 de junho, em Assunção, Paraguai, para definir as estratégias de execução do Convênio União Européia/RECAM no setor audiovisual - o Programa Mercosul Audiovisual.O convênio - assinado em dezembro de 2008, no valor de €1,5 milhão - prevê o aprofundamento do processo de integração cinematográfica e audiovisual entre os países do Mercosul durante os próximos três anos. A contrapartida do Mercosul ao Convênio União Européia/RECAM será da ordem de €360 mil, divididos entre serviços e apoio financeiro.
Dentro das principais propostas do convênio, o Brasil é o responsável pela implantação do Observatório Mercosul do Audiovisual (OMA), que ficará sediado na Agência Nacional do Cinema (Ancine), no Rio de Janeiro, e terá como principal finalidade construir um banco de dados sobre o mercado cinematográfico dos quatro países do Mercosul. A formação técnica de profissionais especializados e a recuperação de acervos audiovisuais ficarão a cargo da Cinemateca Brasileira, em São Paulo.
Coube ao Uruguai coordenar o projeto de digitalização de 30 salas de exibição - cinco no próprio país e no Paraguai, dez na Argentina e dez no Brasil -, onde serão exibidos filmes originários do próprio bloco.
O Paraguai sediará as oficinas de capacitação técnica, previstas no Programa Audiovisual, e a Argentina hospeda a Unidade Gestora do programa.
RECAM
A Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul foi criada em dezembro de 2003 pelo Grupo do Mercado Comum (GMC) - órgão executivo do Mercosul - com o objetivo de criar um instrumento institucional para avançar no processo de integração das indústrias cinematográficas e audiovisuais da região. O Brasil é representado na reunião pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), na figura do secretário Silvio Da-Rin e do gerente internacional, Pedro Rosa.
A atuação da RECAM tem se baseado em três princípios: reciprocidade, complementaridade e solidariedade. E seu plano de trabalho está orientado para conseguir os seguintes objetivos: integrar as indústrias cinematográficas e audiovisuais da região; reduzir as assimetrias que afetam o setor, impulsionando programas a favor dos países com menor desenvolvimento relativo; harmonizar as políticas públicas e a legislação; e impulsionar a livre circulação de bens e serviços cinematográficos e audiovisuais na região.
Dentro das principais propostas do convênio, o Brasil é o responsável pela implantação do Observatório Mercosul do Audiovisual (OMA), que ficará sediado na Agência Nacional do Cinema (Ancine), no Rio de Janeiro, e terá como principal finalidade construir um banco de dados sobre o mercado cinematográfico dos quatro países do Mercosul. A formação técnica de profissionais especializados e a recuperação de acervos audiovisuais ficarão a cargo da Cinemateca Brasileira, em São Paulo.
Coube ao Uruguai coordenar o projeto de digitalização de 30 salas de exibição - cinco no próprio país e no Paraguai, dez na Argentina e dez no Brasil -, onde serão exibidos filmes originários do próprio bloco.
O Paraguai sediará as oficinas de capacitação técnica, previstas no Programa Audiovisual, e a Argentina hospeda a Unidade Gestora do programa.
RECAM
A Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul foi criada em dezembro de 2003 pelo Grupo do Mercado Comum (GMC) - órgão executivo do Mercosul - com o objetivo de criar um instrumento institucional para avançar no processo de integração das indústrias cinematográficas e audiovisuais da região. O Brasil é representado na reunião pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), na figura do secretário Silvio Da-Rin e do gerente internacional, Pedro Rosa.
A atuação da RECAM tem se baseado em três princípios: reciprocidade, complementaridade e solidariedade. E seu plano de trabalho está orientado para conseguir os seguintes objetivos: integrar as indústrias cinematográficas e audiovisuais da região; reduzir as assimetrias que afetam o setor, impulsionando programas a favor dos países com menor desenvolvimento relativo; harmonizar as políticas públicas e a legislação; e impulsionar a livre circulação de bens e serviços cinematográficos e audiovisuais na região.
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