
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota oficial, no dia 3 de maio, de pesar pela morte do diretor teatral e dramaturgo Augusto Boal, de 78 anos, que faleceu no sábado de insuficiência respiratória, no Rio de Janeiro. Ele sofria de leucemia e estava internado desde o dia 28 de abril.
Para Lula, o dramaturgo inspirou gerações e deixa a imagem "de um homem apaixonado pela vida e pelo que fazia". "Por sua importância para o teatro contemporâneo, no Brasil e no mundo, seu papel de expoente do Teatro de Arena, em São Paulo, e de fundador do revolucionário Teatro do Oprimido, Boal inspirou diferentes gerações, no nosso país e no exterior", afirma a nota.
Para os brasileiros e os amantes do teatro e da promoção da igualdade entre os homens", diz ainda a nota, Boal "deixa uma marca que jamais será esquecida, além do exemplo de um companheiro que dedicou sua vida à transformação social por meio da arte".Boal fundou o Centro de Teatro do Oprimido (CTO-Rio), em 1986, onde o público era transformado em ator.
O trabalho do carioca, que também era ensaísta e teórico do teatro, ganhou destaque nos 1960 e 1970, quando esteve à frente do Teatro de Arena de São Paulo e criou o Teatro do Oprimido, pelo qual foi internacionalmente reconhecido por aliar arte dramática à ação social.
Para Lula, o dramaturgo inspirou gerações e deixa a imagem "de um homem apaixonado pela vida e pelo que fazia". "Por sua importância para o teatro contemporâneo, no Brasil e no mundo, seu papel de expoente do Teatro de Arena, em São Paulo, e de fundador do revolucionário Teatro do Oprimido, Boal inspirou diferentes gerações, no nosso país e no exterior", afirma a nota.
Para os brasileiros e os amantes do teatro e da promoção da igualdade entre os homens", diz ainda a nota, Boal "deixa uma marca que jamais será esquecida, além do exemplo de um companheiro que dedicou sua vida à transformação social por meio da arte".Boal fundou o Centro de Teatro do Oprimido (CTO-Rio), em 1986, onde o público era transformado em ator.
O trabalho do carioca, que também era ensaísta e teórico do teatro, ganhou destaque nos 1960 e 1970, quando esteve à frente do Teatro de Arena de São Paulo e criou o Teatro do Oprimido, pelo qual foi internacionalmente reconhecido por aliar arte dramática à ação social.
Nenhum comentário:
Postar um comentário